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Vida de uma Estudante Universitária

A visão de uma estudante universitária sobre a sua vida académica e pessoal.

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11
Set15

Uma sardinha enlatada na VFNO

Pois bem, acabei mesmo por ir à VFNO. Foi tudo muito decidido em cima da hora. Não estava nada preparada, pelo que devia ser a rapariga menos bem vestida de Lisboa (I don't care...). Foi a primeira vez que fui. Já tinha pensado em ir noutros anos mas depois acabou sempre por não se concretizar. Como novata nestas coisas, ainda não sabia os truques nem as manhas. Não sabia por onde é que devia começar nem quais as melhores marcas para ir. Mesmo assim, lá me aventurei. Optei primeiro por jantar porque comer para mim é sagrado e não ia passar horas ali de um lado para o outro com o estômago vazio. Tentei jantar cedo (nem se pode chamar mesmo jantar porque cheguei ao restaurante MESMO cedo) mas a coisa acabou por se prolongar e só lá para as 20h e tal é que consegui sair do restaurante. Mais tarde cheguei à conclusão que deveria ter ido logo às lojas que me interessavam, mal cheguei. Aí certamente conseguia ver tudo com mais pormenor e eventualmente conseguir alguma coisa interessante para trazer para casa. Para o ano já não me enganam! Levo a sandes na mala, não quero saber. É verdade que na VFNO existem bons serviços e boas ofertas. O problema é que nessas situações há filas que enchem um estádio de futebol (um bocadinho exagerada, eu sei). As únicas coisas que consegui foram umas fotos instantâneas tiradas numa SmileBox, uns welcome drinks e uns brindes que não interessam nem ao menino Jesus. Depois até haviam coisas boas! A Pantene estava a oferecer produtos. Existiam lojas com sessões de maquilhagem, senhoritas para nos tratar dos cabelos, das unhas, das sobrancelhas. Tudo e mais alguma coisa. Mas eu não fui feita para estar uma noite inteira na fila. Portanto, não quis saber. A única coisa que me apetecia eram as pipocas que estavam a oferecer. Aparentemente apetecia-me a mim e a mais mil e quinhentas pessoas, por isso nem pensei duas vezes. Preferia pagar 1€ ou 2 do que estar ali feita parva para receber meia dúzia de pipocas. Por último, ainda havia gelados Magnum que podíamos personalizar ao nosso gosto escolhendo uma variedade de ingredientes. Só pelo empregado valia a pena. Se conseguisse ser atendida, ainda lhe perguntava se podia ser ele o topping (Não liguem a isto, não sei o que me está a dar hoje). No entanto - e como já devem ter reparado - a minha paciência era igual ao número de dinossauros existentes neste planeta. Logo, caguei (desculpem o vocábulo, não arranjei outro que descrevesse melhor o meu estado de espirito) também nos gelados grátis. Conclusão desta noite: havia filas para tudo e para nada, não me ofereceram nada de jeito e em alguns sítios estive mesmo em modo sardinha enlatada. Fora isso, até foi uma noite engraçadita, vá. 

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