Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Vida de uma Estudante Universitária

A visão de uma estudante universitária sobre a sua vida académica e pessoal.

Vida de uma Estudante Universitária

A visão de uma estudante universitária sobre a sua vida académica e pessoal.

16
Jul14

Dilemas Femininos #1

O cabelo é sempre um assunto que preocupa todas as mulheres. É quase a nossa imagem de marca! Temos montes de cuidados (umas mais que outras) para o manter ali sempre lindo e cheio de brilho. O meu cabelo neste momento está compridíssimo. Penso que nunca o tive tão comprido. Não, ainda não chega ao fim das costas. Também acho isso demais. Mas está bem maior do que o habitual. Sempre gostei de cabelos compridos. Se forem lisos melhor. Acho todos os lindos! Infelizmente os meus genes deram-me um cabelo ondulado mas pronto, eu convivo bem com ele. Desde há 3 semanas para cá que meti uma ideia na cabeça, mas tenho medo de fazer a maior asneira de sempre. Comecei a achar que devia cortar o cabelo pelos ombros. São coisas que dão na cabeça das pessoas... Mas tenho imenso medo que fique mal, que fique demasiado volumoso e que odeie! Por um lado, tenho imensa vontade de cortar. Por outro, acho que quando visse o meu cabelo todo no chão me iria arrepender amargamente. É que ainda são para aí uns 20 cm (ou mais) para cortar. Não é pouco! E pronto, é neste dilema que tenho vivido atualmente. Não sei se corte, se não corte. Mulheres...

Era mais ou menos assim que queria. Tendo em atenção que não sou assim giraça... Nem loira.

15
Jul14

Saldos

Dizem que hoje começam os saldos. E eu não tenho dinheiro nenhum para gastar. Está bonito isto! É da maneira que não me vou enfiar nos centros comerciais. As coisas que precisava para o verão comprei ainda durante o período de promoções porque achei os preços minimamente aceitáveis. Portanto, já não tenho nada assim que precise mesmo. Só precisava de uma mala nova, mas vai ter que ficar para a próxima. Hoje em dia os saldos também já não são nada de especial! Só quem vai com muita, muita paciência é que encontra aquelas peças magníficas a um preço espectacular mas eu não tenho muita paciência para passar horas e horas em lojas. Ainda por cima, já ouvi dizer que a loja que mais gosto, a Zara, não está com saldos nenhuns de jeito. Para variar. Por isso também não perco muita coisa. E vocês, vão aproveitar? Façam muitas comprinhas por mim!

12
Jul14

Homens deste país

Vocês são uma espécie muito estranha. Muito esquisita. Como ousam sequer dizer ou mesmo apenas pensar que nós, mulheres, não sabemos o que queremos, somos seres impossíveis de compreender? Eu é que não vos compreendo. Já por várias vezes me questionei sobre o mesmo assunto. Já me aconteceu a mim, já aconteceu a amigas minhas. Aliás, penso que já aconteceu a todas as mulheres. Qual é que é a vossa de pedir o número de telefone e nunca ligar? É para aumentar o tamanho da lista telefónica? Ou para dizer ao amigo que arranjaram mais uma conquista que por sinal nem voltam a ver? Isto para mim não tem qualquer sentido. Onde é que, num mundo normal, uma pessoa se mostra interessada e depois faz de conta que nunca se conheceram... Eu se alguma vez pedisse o número de telefone a alguém, no mínimo telefonava ou mandava uma mensagem. NO MÍNIMO! Nem que fosse para dizer que não fiquei interessada. Agora uma mulher pressupõe que quando lhe pedem o número de telefone será para lhe telefonarem. Digo eu! (Que aparentemente não percebo nada do assunto) Homens deste país, vocês sabem que nós, mulheres, pensamos demasiado nas coisas. Se for preciso, remoemos o assunto até cinco anos depois. Por isso, não peçam números de telefone se a vossa intenção não é ligar. Só vão fazer com que a pobre coitada fique sempre a pensar o assunto e a tentar perceber o que é que fez de errado quando a culpa é somente vossa. Eu sei que este post parece um ataque aos homens. Na verdade, é mesmo. Mas se tiverem alguma explicação plausível para isto, eu estou cá para vos ouvir.

P.S: Seguidores masculinos deste meu blogue, não se sintam ofendidos. Eu sei que vocês são boas pessoas.

09
Jul14

Last Single

Mais uma amiga minha se perdeu para o mundo dos comprometidos.  Mais uma alma levada pelo santo casamenteiro, atingida em cheio pelo cupido. Mais uma das poucas que restavam. Agora só me restam mais duas! E pelo andar da carruagem vão abandonar-me e passar também para o lado de lá mais depressa do que eu imagino. Como podem ver, ao meu redor, existem muitos casais. Eu nem me importo com isso. São meus amigos, convivo muito bem com eles e não me faz qualquer impressão o facto de serem namorados. As coisas mudam de figura é quando eu fico sozinha no papel principal de solteira-mor. Podem-me chamar egoísta, mas é verdade. Com isto não quero dizer que quem resta não se pode comprometer só porque eu não quero. Claro que não! Isso nem teria qualquer sentido. É óbvio que quero que os meus amigos sejam todos felizes, lamechas, tenham muitos filhos e essas coisas todas. Só acho chato para quem fica solteiro. Eu provavelmente nem para tia vou ficar. É que não tenho irmãos, logo não terei sobrinhos. Se calhar vou ser daquelas velhas chatas que vivem com 10 gatos e que vão para os bailaricos ao domingo à tarde para ver se engatam. Com sorte, nessa altura ainda conseguirei algum que se aguente sem bengala. Nem tudo nesta vida é mau mas eu imagino sempre os piores panoramas...

07
Jul14

Pós-frequências

Depois desta intensa época de exames (que aparentemente pode ainda não ter terminado), só há uma única coisa que me faz reviver e esquecer algumas asneiras que fiz nas frequências. Ir às compras! Penso que é uma coisa comum não a todas, mas a muitas mulheres. Eu não resisto. Não tenho culpa... Não sou compradora compulsiva. Mas também não sou daquelas que compra uma camisola de ano a ano. Depois da péssima frequência que tive e da péssima decisão que tomei ao fazê-la, não havia nada que me libertasse mais do que ir às compras. Isto é um bocado triste, eu sei. Pelo menos podia ter escolhido alguma coisa que não fizesse a minha conta bancária gritar de dor, como ir à praia ou ouvir os passarinhos. Mas pronto, eu sou assim. Nada a fazer. Então lá vieram cá para casa um topzinho novo, umas calças novas, um macacão preto que já andava à procura há imenso tempo... Este último teve mesmo que vir cá para casa. Ainda por cima estava em promoção! Era pecado deixá-lo na loja abandonado. Ainda era coisa para me dar três avé maria e cinco pais nossos para rezar. Eu sei que isto é mesmo coisa de rapariga! Mas espero que vocês rapazes tenham compaixão por nós nestes momentos de fragilidade. Tal como vocês não trocam o joguinho de futebol ou a playstation, nós não dispensamos uma ida à Zara. Por isso, perdoem-nos. E já agora, façam o favor de emprestar o cartão de crédito às vossas namoradas quando vão beber umas jolas com os vossos queridos amigos. Elas vão ficar todas contentes, eu prometo. E não digam que vão da minha parte.

07
Jul14

Sapo

Este post serve somente para agradecer à equipa do Blogs Sapo pelos vários destaques que já me têm feito. Cada vez que isso acontece, as visitas por aqui triplicam. E é tão bom saber que há tanta gente a ler as parvoices que eu escrevo! Muito Obrigada, mesmo!

04
Jul14

Não são férias

Terminou hoje a época normal de exames e não podia terminar da pior maneira. Já saíram as notas de 5 frequências e passei às 5. Portanto 5 cadeiras já estão feitas. Faltam-me duas notas. Uma delas acho que passo, a outra foi a que fiz hoje. A cadeira mais difícil deste semestre. O chamado cadeirão. E na altura de a fazer tive de tomar a decisão mais difícil e acho que acabei por tomar a decisão errada. É muito complicado porem-nos a decidir coisas destas nos momentos de nervos e tensão. Não é justo! Basicamente apenas decidíamos se íamos a frequência ou a exame naquele momento. O teste tinha as perguntas todas (de exame e de frequência) e nós escolhíamos o que queríamos fazer, consoante as perguntas que lá estavam. Na parte da frequência, havia apenas 3 perguntas: uma de 10 valores e duas de 5 valores. Já estão a ver o panorama. Não se sabe responder a uma e temos a outra meia incompleta e praticamente já fomos à vida. E foi isso que me aconteceu. Não sabia se devia arriscar ou não. Estive imenso tempo a pensar o que é que haveria de fazer e acabei por decidir, muito de pé atrás. Acabei por escolher fazer apenas as perguntas da frequência, muito por causa de ter tido uma boa nota na primeira. Isso influenciou-me em demasia. Essa nota não me valeria de nada se chumbasse nesta, mas pronto. Foi a decisão que tomei... Agora, de cabeça fria, tenho a noção que deveria ter feito exame, com as perguntas todas. Pelo menos iria sentir-me muito mais segura e um pouco mais confiante. Da forma como fiz as coisas, provavelmente não passarei. Portanto estou de férias até sair esta nota, para ter a certeza que chumbei. Quando tal acontecer, é levantar o rabinho do sofá e estudar para o recurso. O arrependimento é lixado.